ROSA

Rosa, formosa rosa,

Que, no jardim da vida, nasceu.

És tu menina moça

Que perfuma os dias meus.

Em tua fragância eu sinto,

O Cheiro da alegria sem fim.

Bendito seja o destino,

Por tê-la criado assim.

Gentil é teu modo de ser,

Demonstra pureza sem par.

Não há um brilho tão vivo,

Quanto ao existente em teu olhar.

Igualas somente à rosa

De quem tiraste a beleza;

De ti quero sincera amizade,

Minha "única" riqueza.

Nestes versos que agora escrevo,

Transmito a ti meu bem-querer,

Deste amigo que muito a estima

E deseja-lhe paz no viver.

A ti quero desejar

Tudo de bom que a Vida tem:

Paz, saúde, alegria

E muitos "amigos" também.



Autor: Carlos Benevenuto Padilha


Música incidental:  As Rosas Não Falam

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